Ontem eu vi este cofre jogado no chão no centro de Floripa e levei um dia para entender o significado dele para mim. Nem tudo é dinheiro, mesmo num ano tão difícil como agora. Lembro, porém, de uma regra básica que aprendi com minha avó materna, a vó Lena. Poupe, gaste menos do que ganhar. E por incrível que pareça, ela me chamava de meu riquinho. Mas não rico de valores materiais, mas pelo carinho que sentia por todos nós. Podemos estar cifrados de compras em lojas e pelas ruas, mas não abraçados com quem amamos. Nem mesmo nosso sorriso…

Olhe bem para esta imagem. É uma encruzilhada. O personagem no caso é Chuck Noland, executivo da FedEx, interpretado pelo ator Tom Hanks no filme "Náufrago". Mas poderia ser você diante da grande dificuldade de tomar uma decisão.

Algo que mexe com as suas emoções, que tenha riscos, que provoque medo. Não é a primeira vez que uso esta imagem porque ela sempre me impacta muito porque tive vários momentos da minha vida em que tive que escolher um lado. Nem sempre deu certo. Mas descobri ao longo dos anos que o maior erro é ficar parado.

O Tempo das Notas em Verso e Prosa

Eu tenho Dó de quem é Ré do Tempo
“Mi” pede um Fá pra ter o Sol e chegar Lá
Mas “Si” não dá, só tenho Dó

“Dô” Ré no Sol
E Lá se vai com Fá bemol
“Si” tenho Dó agudo
Mi’ toca um Dó sustenido
Mi’ soa mudo

No Tic-Tac, Si for Pra Lá, é Sol Maior
Si for pra Ré, é Sol Menor
Mas Fá bem Maior
E Fá bem Menor
Não combinam
Então, Mi’ dá o Sol
Que, por Si, vai bem Lá onde o relógio não tem Dó

Ou seja:
“Si” o Sol for Lá de Ré no tempo com um Fá,
Mi’ vou sem Dó com Notas em Verso e Prosa

Caco da Motta, 4/5/2015, no dia do 360º aniversário do italiano Bartolomeo Cristofori -1655–1731- inventor do Piano.

Pol Ubeda, photographie

Ser transparente num mundo tão colorido é quase impossível
É mais fácil viver de aparências
Não é um traço preto no branco
Negativo ou positivo?
Eis a pintura de um quadro abstrato
Talvez você se enxergue melhor no espelho
Mas prefere fechar a sua janela, apagar a imagem real para o mundo
Não somos nem sombra dos nossos sonhos
Emolduramos telas pensando nos outros
Poucos percebem que são retratos falsos pelas ruas
Há tempo para uma nova exposição
É preciso compartilhar sua verdadeira imagem
Do contrário, seremos invisíveis para sempre

Grêmio mais próximo da Libertadores
confira texto e infográfico

A definição pela Conmebol de mais duas vagas para o Brasil para a Libertadores de 2017 foi ótima para vários clubes como o Grêmio. Crescem as chances do time de Renato Portaluppi garantir uma vaga pelo Campeonato Brasileiro, apesar de não viver uma boa fase desde antes da saída de Roger Machado. O Grêmio está a três posições do agora G6, principalmente porque faz péssima campanha fora de casa. Depois de perder para o frágil Cruzeiro em Minas, encara o embalado Vitória do Argel que vem de uma goleada sobre a Chapecoense em Chapecó por 4 a 1.

As duas…

O sonho americano de Emerson | Blog Blog do Caco

ex-capitão da Seleção Brasileira vai trabalhar em projeto no Miami Dade F.C. nos Estados Unidos

Betu Linck e Emerson selam a parceria no escritório em Porto Alegre, rumo a Miami. Foto: Caco da Motta

Emerson Ferreira da Rosa, 39 anos, nunca fugiu de dividida, tampouco deixou de tratar a bola com habilidade para fazer gols. Assim como tomava a iniciativa do jogo, mesmo numa função da intermediária do campo, não se furta de falar o que pensa nem de encarar novos desafios.

Há exatos 24 anos, ingressava pela primeira vez no Grupo RBS como repórter de esportes em Zero Hora. Antes, … Ver mais

Dez no futebol não é apenas um número. É o número.

Foi com Pelé na Copa de 70 que o número 10 começou a ser sinônimo de craque. Não é para qualquer um ser coroado como o rei do futebol e vestir a 10.
Geralmente, o camisa 10 é o penúltimo da escalação de 1 a 11.
O meia-esquerda canhoto. Mas esta não é uma regra depois de Pelé.
Tanto que Rogério Ceni foi o principal jogador do São Paulo no gol e usou o 10 invertido, zero mais um.
Dez no boletim é nota máxima, então não podemos escalar notas…

Nunca falei aqui do sorriso banguela?

Sempre que estou estressado ao extremo, por trabalho, pressão, prazos, prédios, buzinas, gritos, latidos, celular, e-mails, senhas, horários, reuniões, calendários, quando preciso de oito ouvidos, 18 olhos e uns seis cérebros e outras tempestades mentais me lembro dele. Foi assim há uns 5 anos quando passou por mim um cara sujo, feio, numa carroça a jato pelas ruas de Porto Alegre. Mas ele tinha um sorriso banguela.
Aquilo era uma provocação. Eu que tinha todos os dentes, paguei dentista, usei pasta dental, aquele limpa língua que faz sair um gel gosmento da boca, sangrei…

Caco da Motta

jornalista, CEO Caco da Motta Comunicação. cacodamotta.com.br

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